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REGULAMENTO DO CAMPEONATO CATARINENSE 2010
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CAMPEONATO
CATARINENSE DE FUTEBOL PROFISSIONAL DA DIVISÃO PRINCIPAL
DE 2010
REGULAMENTO
ESPECÍFICO
CAPÍTULO
I
DA DENOMINAÇÃO E DA PARTICIPAÇÃO
Art. 1º O CAMPEONATO CATARINENSE DE
FUTEBOL PROFISSIONAL DA DIVISÃO PRINCIPAL DE 2010 será
disputado pelas seguintes associações:
I – AVAÍ FUTEBOL CLUBE ----------------------------------------------------------
“AVAÍ”;
II – ASSOCIAÇÃO CHAPECOENSE DE FUTEBOL
----------------------- “CHAPECOENSE”;
III – JOINVILLE ESPORTE CLUBE --------------------------------------------
“JOINVILLE”;
IV – CRICIÚMA ESPORTE CLUBE ---------------------------------------------
“CRICIÚMA”;
V – FIGUEIRENSE FUTEBOL CLUBE ---------------------------------------
“FIGUEIRENSE”;
VI – CLUBE ATLÉTICO HERMANN AICHINGER ------------------
“HERMANN AICHINGER”;
VII – BRUSQUE FUTEBOL CLUBE ----------------------------------------------
“BRUSQUE”;
VIII – CLUBE ATLÉTICO METROPOLITANO --------------------------
“METROPOLITANO”;
IX – CAMPEÃO DA DIVISÃO ESPECIAL DE 2009
--------- (Imbituba F.C. ou G.E. Juventus);
X – VICE-CAMPEÃO DA DIVISÃO ESPECIAL DE
2009 ----(Imbituba F.C. ou G.E. Juventus).
CAPÍTULO
II
DOS TROFÉUS, DOS TÍTULOS E DA PARTICIPAÇÃO
EM OUTRAS COMPETIÇÕES
Art. 2º A associação que, ao final da competição
for considerada a primeira colocada, será atribuído
o título de CAMPEÃ CATARINENSE DE FUTEBOL PROFISSIONAL
DA DIVISÃO PRINCIPAL DE 2010 e à segunda colocada
o título de VICE-CAMPEÃ.
Parágrafo único. A associação
que se sagrar a CAMPEÃ da competição
receberá um troféu, em caráter definitivo,
a ser denominado pela Diretoria da FCF, que poderá
comercializar a sua denominação.
Art.
3º Além do troféu a que se refere o disposto
no parágrafo único do artigo anterior a associação
que se sagrar a CAMPEÃ da competição
receberá o troféu transitório denominado
“TAÇA COLÉGIO CATARINENSE – 100
ANOS”, instituído pela Resolução
de Diretoria nº 95/2004, da Federação Catarinense
de Futebol.
Parágrafo único. A posse temporária do
troféu a se refere o caput deste artigo é do
Avaí Futebol Clube, Campeão Catarinense de Futebol
Profissional da Divisão Principal de 2009.
Art. 4º A associação que se sagrar a CAMPEÃ
desta competição será a primeira representante
da Federação Catarinense de Futebol na COPA
DO BRASIL DE 2011.
Art. 5º A segunda representante da Federação
Catarinense de Futebol na COPA DO BRASIL DE 2011 será
a associação que se sagrar a CAMPEÃ da
COPA SANTA CATARINA de 2010, torneio de futebol profissional
a ser disputado obrigatoriamente por todas as associações
disputantes do Campeonato Catarinense de Futebol Profissional
da Divisão Principal de 2010.
CAPÍTULO
III
DA FORMA DE DISPUTA
Art.
6º A competição será disputada em
3 (três) Etapas:
I – 1ª ETAPA –-TURNO, que será dividida
em 3 (três) Fases:
a) Fase Inicial;
b) Fase Semifinal;
c) Fase Final;
II – 2ª ETAPA – RETURNO, que também
será dividida em 3 (três) Fases:
a) Fase Inicial;
b) Fase Semifinal;
c) Fase Final;
III – 3ª ETAPA – FINAIS DA COMPETIÇÃO.
Parágrafo único. Nas 3 (três) Fases das
1ª e 2ªs Etapas (Turno e Returno) e, na 3ª
Etapa (Finais da Competição), todas as associações
iniciarão sempre a disputa com 0 (zero) ponto ganho.
1ª ETAPA – TURNO
Art. 7º A 1ª ETAPA (TURNO) será disputada
em 3 (três) Fases.
Fase Inicial
Art. 8º Na Fase Inicial da 1ª Etapa (TURNO) as 10
(dez) associações jogarão todas entre
si, somente os JOGOS DE IDA, conforme tabela elaborada pelo
Departamento Técnico da FCF, com contagem corrida de
pontos ganhos, classificando-se para a Fase Semifinal desta
Etapa (TURNO), as 4 (quatro) primeiras colocadas.
Fase Semifinal
Art. 9º Na Fase Semifinal da 1ª Etapa (TURNO) as
associações que obtiverem as quatro primeiras
colocações na Fase Inicial desta mesma Etapa
serão agrupadas conforme abaixo e jogarão entre
si, somente dentro do próprio grupo, UM ÚNICO
JOGO, sendo mandantes das partidas as associações
que obtiverem as 1ª e 2ªs colocações
na Fase Inicial desta Etapa (TURNO).
Grupo “A”: 1ª colocada da Fase Inicial X
4ª colocada na Fase Inicial;
Grupo “B”: 2ª colocada da Fase Inicial X
3ª colocada na Fase Inicial.
§ 1º Será considerada vencedora do grupo
a associação que for a vencedora do único
jogo.
§ 2º Se a partida terminar empatada será
considerada a vencedora do grupo a associação
que for a mandante do único jogo.
Fase Final
Art. 10. Na Fase Final da 1ª Etapa (TURNO) as associações
que forem as vencedoras dos grupos “A” e “B”
da Fase Semifinal desta Etapa (TURNO) comporão o grupo
“C” e jogarão entre si, UM ÚNICO
JOGO, sendo mandante da partida a associação
que obtiver o maior número de pontos ganhos somente
na Fase Inicial desta 1ª Etapa (TURNO), excluindo os
pontos obtidos na Fase Semifinal desta Etapa (TURNO), obedecendo-se,
quanto à disputa, as mesmas regras estabelecidas nos
§§ do artigo anterior. A vencedora desta Fase será
considerada a CAMPEÃ da 1ª Etapa (TURNO), receberá
um troféu, em caráter definitivo, a ser denominado
pela Diretoria da FCF, e estará classificada para a
disputa da 3ª ETAPA (FINAIS DA COMPETIÇÃO).
Grupo “C”: Vencedora do Grupo “A”
da Fase Semifinal X Vencedora do Grupo “B” da
Fase Semifinal
2ª
ETAPA – RETURNO
Art. 11. A 2ª ETAPA (RETURNO) será disputada em
3 (três) Fases.
Fase
Inicial
Art. 12. Na Fase Inicial da 2ª Etapa (RETURNO) as 10
(dez) associações jogarão todas entre
si, somente os JOGOS DE VOLTA, invertendo-se apenas o mando
de campo da tabela da Fase Inicial da 1ª Etapa (TURNO),
com contagem corrida de pontos ganhos, classificando-se para
a Fase Semifinal desta Etapa (RETURNO) as 4 (quatro) primeiras
colocadas.
Fase Semifinal
Art. 13. Na Fase Semifinal da 2ª Etapa (RETURNO) as associações
que obtiverem as 4 (quatro) primeiras colocações
na Fase Inicial desta mesma Etapa (RETURNO) serão agrupadas
conforme abaixo e jogarão entre si, somente dentro
do próprio grupo, UM ÚNICO JOGO, sendo mandantes
das partidas as associações que obtiverem as
1ª e 2ªs colocações na Fase Inicial
desta Etapa (RETURNO), aplicando-se, quanto à disputa,
as mesmas regras estabelecidas nos §§ do art. 9º
deste Regulamento.
Grupo “D”: 1ª colocada da Fase Inicial X
4ª colocada na Fase Inicial;
Grupo “E”: 2ª colocada da Fase Inicial X
3ª colocada na Fase Inicial.
Fase Final
Art. 14. Na Fase Final da 2ª Etapa (RETURNO) as associações
que forem as vencedoras dos grupos “D” e “E”
da Fase Semifinal desta Etapa comporão o grupo “F”
e jogarão entre si, UM ÚNICO JOGO, sendo mandante
da partida a associação que obtiver o maior
número de pontos ganhos somente na Fase Inicial desta
2ª Etapa (RETURNO), excluindo os pontos obtidos na Fase
Semifinal desta mesma Etapa, aplicando-se, quanto à
disputa, as mesmas regras estabelecidas nos §§ do
art. 9º deste Regulamento. A vencedora desta Fase será
considerada a CAMPEÃ da 2ª Etapa (RETURNO), receberá
um troféu, em caráter definitivo, a ser denominado
pela Diretoria da FCF, e estará classificada para a
disputa da 3ª ETAPA (FINAIS DA COMPETIÇÃO).
Grupo “F”: Vencedora do Grupo “D”
da Fase Semifinal X Vencedora do Grupo “E” da
Fase Semifinal
3ª
ETAPA – FINAIS DA COMPETIÇÃO
Art. 15. A 3ª ETAPA (FINAIS DA COMPETIÇÃO)
será disputada pelas associações que
forem consideradas CAMPEÃS das 1ª e 2ªs Etapas
(TURNO e RETURNO).
Parágrafo único. Caso uma mesma associações
vier a ser considerada campeã das 1ª e 2ªs
Etapas (TURNO e RETURNO) classificar-se-á para a disputa
desta 3ª Etapa (FINAIS DA COMPETIÇÃO) uma
outra associação de melhor índice técnico,
que, excluída a campeã das 1ª e 2ª
Etapas, obtiver o maior número de pontos ganhos somente
na soma das Fases Iniciais das 1ª e 2ªs Etapas (TURNO
e RETURNO), excetuando-se os pontos porventura obtidos nas
Fases Semifinais e Finais daquelas Etapas (TURNO e RETURNO).
Grupo “G”: Vencedora do Grupo “C”
(Campeã/TURNO) X Vencedora do Grupo “F”
(Campeã/RETURNO), ou Campeã TURNO/RETURNO X
Associação de melhor índice técnico
Art. 16. As associações que se classificarem
para a disputa da 3ª ETAPA (FINAIS DA COMPETIÇÃO)
conforme o disposto no artigo anterior, jogarão entre
si, DOIS JOGOS DE IDA E VOLTA.
§ 1º Será mandante do jogo de volta (segunda
partida) a associação que porventura for considerada
CAMPEÃ das 1ª e 2ªs Etapas (TURNO e RETURNO).
§ 2º Caso as CAMPEÃS das 1ª e 2ªs
Etapas (TURNO e RETURNO) forem associações distintas,
será mandante do jogo de volta (segunda partida) a
associação que obtiver o maior número
de pontos ganhos obtidos somente nas Fases Iniciais das 1ª
e 2ªs Etapas (TURNO e RETURNO), excetuando-se os pontos
eventualmente obtidos nas Fases Semifinais e Finais daquelas
Etapas (TURNO e RETURNO).
§ 3º Será considerada vencedora desta 3ª
Etapa (FINAIS DA COMPETIÇÃO) a associação
que, após o jogo de volta (segunda partida), obtiver
o maior número de pontos ganhos, somando-se os pontos
obtidos em ambos os jogos de ida e volta.
§ 4º Se, ao final do jogo de volta (segunda partida),
as associações terminarem a disputa empatadas
em número de pontos ganhos, será considerada
vencedora desta 3ª Etapa (FINAIS DA COMPETIÇÃO)
a associação que obtiver o maior saldo de gols
somente nesta 3ª Etapa (FINAIS DA COMPETIÇÃO).
§ 5º Caso as associações terminarem
a disputa desta 3ª Etapa (FINAIS DA COMPETIÇÃO)
empatadas, também, no saldo de gols, será considerada
vencedora desta Etapa (FINAIS DA COMPETIÇÃO)
a associação mandante do jogo de volta (segunda
partida).
Art. 17. A associação que for a vencedora da
3ª Etapa (FINAIS DA COMPETIÇÃO) será
considerada a CAMPEÃ CATARINENSE DE FUTEBOL PROFISSIONAL
DA DIVISÃO PRINCIPAL DE 2010 e fará jus aos
troféus e à competição a que se
refere o Capítulo II deste Regulamento.
CAPÍTULO
IV
DOS CRITÉRIOS DE DESEMPATE - ÍNDICES TÉCNICOS
Art.
18. Ao término das Fases Inicias das 1ª e 2ªs
Etapas (TURNO e RETURNO), e, na soma das Fases Iniciais daquelas
Etapas (TURNO e RETURNO), no caso de duas ou mais associações
terminarem empatadas em número de pontos ganhos, o
desempate será estabelecido sucessivamente pelos seguintes
índices técnicos:
I – maior número de vitórias;
II – maior saldo de gols;
III – maior número de gols pró;
IV – confronto direto, somente no caso de empate entre
2 (duas) associações;
V – menor número de cartões vermelhos
recebidos;
VI – menor numero de cartões amarelos recebidos;
VII – sorteio.
Parágrafo único. Na soma das Fases Iniciais
das 1ª e 2ª Etapas (TURNO e RETURNO) caso venha
a ser aplicado o disposto no item IV, considerar-se-á
a soma dos dois jogos realizados entre ambas as associações,
e, se persistir o empate, o desempate dar-se-á pelo
maior número de gols marcados na casa do adversário.
CAPÍTULO
V
DA CLASSIFICAÇÃO FINAL
Art. 19. A classificação final
da competição será a seguinte:
I – a associação que for a vencedora da
3ª ETAPA (FINAIS DA COMPETIÇÃO) será
considerada a 1ª (primeira) colocada e lhe atribuído
o título de CAMPEÃ da competição,
ficando, conseqüentemente, a perdedora daquela Etapa
(FINAIS DA COMPETIÇÃO) com a 2ª (segunda)
colocação e com o título de VICE-CAMPEÃ;
II – as demais colocações do campeonato,
da 3ª (terceira) até a 10ª (décima),
serão definidas conforme a classificação
geral das associações, excluindo as associações
que se sagrarem CAMPEÃ e VICE-CAMPEÃ da competição,
somando-se os pontos ganhos obtidos somente nas Fases Iniciais
das 1ª e 2ª Etapas (TURNO e RETURNO), excetuando-se
os pontos eventualmente obtidos nas Fases Semifinais e Finais
daquelas Etapas (TURNO e RETURNO).
CAPÍTULO
VI
DA DISTRIBUIÇÃO DE RENDA
Art. 20. A renda líquida final de todas as partidas
da competição pertencerá sempre à
associação mandante de cada jogo.
Parágrafo único. Nos jogos válidos pelas
Fases Semifinais e Finais das 1ª e 2ªs Etapas (TURNO
e RETURNO) a renda líquida total de cada partida pertencerá
exclusivamente à associação mandante,
que pagará uma ajusta de custo de R$ 5.000,00 (cinco
mil reais) à associação visitante.
CAPÍTULO
VII
DOS ESTÁDIOS, DAS VISTORIAS E DO MANDO DE CAMPO
Art.
21. Cada associação terá que apresentar
à Federação Catarinense de Futebol no
prazo legal os laudos técnicos expedidos pelos órgãos
e autoridades competentes pela vistoria dos estádios,
conforme o disposto no art. 23 da Lei 10.671/03 – Estatuto
de Defesa do Torcedor.
Art. 22. Terão mando de campo das partidas sempre as
associações colocadas à esquerda das
tabelas e serão designadas conforme a denominação
entre aspas constante no art. 1º deste Regulamento.
CAPÍTULO
VIII
DO ACESSO E DO DESCENSO
Art.
23. As associações que obtiverem as 9ª
(nona) e 10ª (décima) colocações
na competição, conforme o disposto no art. 19
deste Regulamento, serão rebaixadas para a disputa
do Campeonato Catarinense de Futebol Profissional da Divisão
Especial de 2011.
Art. 24. As associações que se sagrarem CAMPEÃ
e VICE-CAMPEÃ do Campeonato Catarinense de Futebol
Profissional da Divisão Especial de 2010 estarão
classificadas para a disputa do Campeonato Catarinense de
Futebol Profissional da Divisão Principal de 2011.
CAPÍTULO
IX
DA CONDIÇÃO DE JOGO E DOS PRAZOS PARA A INSCRIÇÃO
DE ATLETAS
Art.
25. Terão condição de jogo para a disputa
desta competição os atletas que estiverem devidamente
registrados na Federação Catarinense de Futebol
de acordo com o disposto no Capítulo VII do Código
Desportivo da FCF e neste Regulamento e desde que cumpram
todas as demais disposições constantes na legislação
desportiva vigente.
Art. 26. As associações que ainda não
tiverem 18 (dezoito) atletas registrados na FCF, sendo 14
(quatorze) profissionais, terão que protocolizar pedido
de registro de atletas, conforme o disposto no Calendário
de Registro de Atletas, constante no Anexo Único deste
Regulamento.
Art. 27. Poderão ser feitos novos registros de atletas
até 1 (um) dia útil antes da partida em que
o jogador irá atuar, sendo que o prazo final terminará
no dia 26 de março de 2010.
CAPÍTULO
X
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS
Art.
28. A regulamentação geral da competição
está inserida no Código Desportivo da Federação
Catarinense de Futebol ficando as associações
disputantes deste campeonato obrigadas a cumprir as disposições
constantes no referido Código, sob pena das sanções
previstas nos art. 191 do Código Brasileiro de Justiça
Desportiva (CBJD).
Art. 29. As taxas de arbitragem e seus observadores, dos delegados,
do ouvidor, dos Fiscais da FCF, bem como as bolas, o controle
de dopagem e a taxa da própria FCF, a serem definidas
pela Diretoria da entidade, e as demais despesas do jogo serão
de responsabilidade das associações mandantes
e deverão ser deduzidas da renda da partida, sendo
que o pagamento aos profissionais acima mencionados será
feito pela própria Federação, através
de seus Fiscais.
Art. 30. A placa de publicidade estática a ser colocada
na linha lateral do gramado no meio do campo e de frente para
as cabines de televisão de cada estádio onde
houver jogos da competição será reservada
à Federação Catarinense de Futebol, que
poderá comercializá-la.
Art. 31. Todas as despesas com transporte, hospedagem e alimentação,
serão de responsabilidade das associações
participantes.
Art. 32. O Departamento Técnico da FCF expedirá
os devidos atos e resoluções para a boa e fiel
execução do presente Regulamento.
Art. 33. Os casos omissos e as dúvidas na interpretação
deste Regulamento serão resolvidos pelo Tribunal de
Justiça Desportiva (TJD) do Futebol de Santa Catarina.
Art. 34. Este Regulamento, aprovado pelo Conselho Técnico
de Futebol Profissional da Divisão Principal de 2010,
entrará em vigor após ser homologado pela Diretoria
da FCF.
Balneário
Camboriú, 6 de novembro de 2009.
DELFIM PÁDUA PEIXOTO FILHO
Presidente da FCF
Fábio Marcel Nogueira Rodrigo Goeldner Capella
Gerente do Departamento Técnico Procurador Jurídico
CAMPEONATO
CATARINENSE DE FUTEBOL PROFISSIONAL DA DIVISÃO PRINCIPAL
DE 2010
ANEXO
ÚNICO – ART. 26 DO REGULAMENTO
CALENDÁRIO DE REGISTRO DE ATLETAS
As
associações que ainda não tiverem, no
mínimo, 18 (dezoito) atletas registrados na Federação
Catarinense de Futebol, que poderão ser todos jogadores
profissionais, ou, pelo menos, 14 (quatorze) profissionais
e 4 (quatro) não-profissionais, para a disputa do Campeonato
Catarinense de Futebol Profissional da Divisão Principal
de 2010, terão que protocolizar na FCF o pedido registro
e/ou transferência de atletas para completar o número
mínimo legal de 18 (dezoito) jogadores, a partir desta
data e até 1 (um) dia útil antes de sua primeira
partida na competição, sendo ilimitado o número
de atletas.
Para que os pedidos de registro e/ou transferência de
atletas sejam processados pelo Departamento de Registro e
Transferência da FCF até 1 (um) dia útil
antes da partida em que o atleta irá participar, ou
seja, para que o DRT/FCF possa vir a analisar o processo de
registro e/ou transferência de cada atleta, para conceder
o registro do jogador ou devolver a documentação
sem registrá-lo, se a mesma estiver indevida, as associações
terão que protocolizar os pedidos de registro na FCF
até as seguintes datas e horários:
Dia 12 de janeiro de 2010 – 3ª feira:
14 horas: Vice-Campeã da Divisão Especial de
2009;
15 horas: Campeã da Divisão Especial de 2009;
16 horas: Clube Atlético METROPOLITANO;
17 horas: BRSUQUE Futebol Clube;
18 horas: Clube Atlético HERMANN AICHINGER;
Dia 13 de janeiro de 2010 – 4ª feira:
14 horas: FIGUEIRENSE Futebol Clube;
15 horas: CRICIÚMA Esporte Clube;
16 horas: JOINVILLE Esporte Clube;
17 horas: Associação CHAPECOENSE de Futebol;
18 horas: AVAÍ Futebol Clube.
As associações que não protocolizarem
os pedidos de registro e/ou transferência de seus atletas
até as datas e horários acima mencionados poderão
protocolizá-los até 1 (um) dia útil antes
de sua primeira partida na competição, sendo
que o Departamento de Registro e Transferência da FCF
só irá processá-los se houver tempo hábil
para analisar o processo de registro e/ou transferência
de cada jogador podendo vir a registrar o atleta ou devolver
a documentação sem registrá-lo, se a
mesma estiver indevida.
O Departamento de Registro e Transferência (DRT) da
FCF publicará diariamente no site da entidade na internet
a relação dos atletas que estiverem devidamente
registrados por sua associação, sendo que só
poderão atuar aqueles que forem registrados até
1 (um) dia útil antes da partida e desde que cumpram
as demais disposições da legislação
vigente.
Não será obrigatória a publicação
do nome do atleta no Boletim Informativo Diário (BID)
da Confederação Brasileira de Futebol (CBF)
para que seja considerado registrado nesta competição,
conforme a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça
Desportiva (STJD) do Futebol.
As associações poderão solicitar o registro
de quantos atletas melhor lhe aprouver até um dia útil
antes do início da partida em que o atleta for atuar,
observado o prazo final abaixo mencionado.
O prazo final para o registro de atletas na competição
terminará no dia 26/03/2010.
Balneário Camboriú, 6 de novembro de 2009.
DELFIM PÁDUA PEIXOTO FILHO
Presidente da FCF
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS Nº 01, DE 6 DE NOVEMBRO
DE 2009
Às associações integrantes do Conselho
Técnico de Futebol Profissional da Divisão Principal
de 2010
Aos Torcedores dos Clubes do Campeonato Catarinense de Futebol
Profissional da Divisão Principal de 2010
Senhores Presidentes de Clubes;
Prezados Torcedores das 10 (dez) agremiações,
A Lei Federal nº 10.671, de 15 de maio de 2003, que “Dispõe
sobre o Estatuto de Defesa do Torcedor e dá outras
providências”, estabelece, no § 5º do
seu art. 9º, que é vedado proceder alterações
no regulamento da competição desde sua divulgação
definitiva, salvo nas hipóteses de apresentação
de novo calendário anual de eventos oficiais para o
ano subseqüente ou após dois anos de vigência
do mesmo regulamento.
A forma de disputa do Campeonato Catarinense de Futebol Profissional
da Divisão Principal de 2009 teve 4 (quatro) Etapas
(Turno; Returno; Quadrangular e Finais) e foi disputado em
26 (vinte e seis) datas.
Ocorre que, o Calendário do Futebol Brasileiro para
2010, publicado pela Confederação Brasileira
de Futebol (CBF) em 1º de outubro próximo passado,
teve alterações com relação ao
Calendário de 2009, tendo em vista que 2010 será
realizada a COPA DO MUNDO DA ÁFRICA DO SUL.
A CBF antecipou o início dos Campeonatos Estaduais,
que tradicionalmente iniciava em torno do dia 21 de janeiro
para o dia 17 e manteve os seus términos para o primeiro
domingo do mês de maio.
Além disso, a CBF destinou apenas 13 (treze) datas
para a realização da COPA DO BRASIL de 2010,
ao contrário do ano de 2009, quando havia destinado
14 (quatorze) datas, disponibilizando 2 (duas) para as Federações
poderem estender os seus Campeonatos Estaduais, pois são
necessárias apenas 12 (doze) datas para a realização
daquela competição nacional (Copa do Brasil).
O Campeonato Catarinense de Futebol Profissional da Divisão
Principal de 2009 teve 26 (vinte e seis) datas, pois foram
utilizadas além das 23 (vinte e três) datas destinadas
aos Campeonatos Estaduais, mais 2 (duas) datas da Copa do
Brasil que foram devidamente cedidas pela CBF à Federação
Catarinense de Futebol, além do fato da referida competição
ter tido o seu início antecipado de 21 de janeiro para
o dia 17/01/2009.
Entretanto, como a CBF já antecipou a data do início
dos Campeonatos Estaduais de 21 para o dia 17/01 não
seria possível antecipar o início do Campeonato
Catarinense para o dia 10/01, pois prejudicaria as férias
e a pré-temporada dos atletas de futebol profissional,
que têm o direito de gozar suas merecidas férias.
Desta forma, com a alteração do Calendário
da CBF para o ano de 2010, torna-se impossível manter
a mesma forma de disputa do Campeonato Catarinense de Futebol
Profissional da Divisão Principal de 2009 para 2010,
tendo em vista que faltariam 2 (duas) datas para a sua repetição.
Portanto, com a alteração do Calendário
da CBF de 2009 para 2010, fica permitida a alteração
da forma de disputa do Campeonato Catarinense de Futebol Profissional
da Divisão Principal para 2010, a exemplo do que já
ocorreu em 2005, quando a CBF ampliou de 16 (dezesseis) datas
em 2004 para 20 (vinte) datas em 2005 e a forma de disputa
do Campeonato Catarinense da Divisão Principal também
foi modificada sem qualquer contestação.
Assim sendo, o Conselho Técnico de Futebol Profissional
da Divisão Principal de 2010 poderá adequar
o Regulamento Específico do Campeonato Catarinense
de Futebol Profissional daquela Divisão para o ano
de 2010, a iniciar-se no dia 17/01/2010, modificando a forma
de disputa para adaptar-se às 24 (vinte e quatro) datas
disponibilizadas pela CBF.
Atenciosamente,
DELFIM PÁDUA PEIXOTO FILHO
Presidente da FCF
Fábio Marcel Nogueira Rodrigo Goeldner Capella
Gerente do Departamento Técnico Procurador Jurídico
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